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1º de maio solidário em defesa de saúde, emprego e renda

Publicado em 30 de Abril de 2020 Por ADURN Sindicato
1º de maio solidário em defesa de saúde, emprego e renda

Nesta sexta-feira, dia 1° de Maio, teremos um Dia Internacional do Trabalhador atípico. Frente a um cenário que requer o isolamento social, em virtude da pandemia do novo Coronavírus, na data em que trabalhadores e trabalhadoras de todo o mundo costumam ocupar as ruas para apresentar suas pautas e reivindicações o espaço de ocupação será as redes.

Em uma ação unificada, as Centrais Sindicais, com o apoio das Frentes Brasil Popular e Povo sem Medo, realizam nesta sexta-feira a live “Saúde, Emprego e Renda: Um novo mundo é possível com solidariedade”.

Entendendo que o momento mais do que nunca requer a construção de uma ampla frente em defesa dos direitos dos trabalhadores e em torno de uma pauta comum, o ADURN-Sindicato convida os docentes a participar dessa ação, que terá início às 11h e será transmitida através do canal do Youtube da Rede TVT e da página Facebook das Centrais.

Para o ADURN-Sindicato, este é um momento oportuno para fazer um alerta à sociedade sobre as consequências das reformas propostas pelo Governo Jair Bolsonaro, que fragilizam a situação de milhões de pessoas em todo o país, com a precarização do trabalho, a retirada de direitos sociais e a destruição de políticas públicas.

No momento em que a taxa de desemprego no Brasil sobe para 12,2% e atinge quase 13 milhões de trabalhadores e trabalhadoras - situação que deve se agravar nos próximos meses com a pandemia - é preciso centrar esforços em torno da defesa da implementação de políticas públicas que garantam atenção e proteção a todos e a todas, para que os trabalhadores possam atravessar esta grave crise.

O ADURN-Sindicato ressalta ainda a necessidade do fortalecimento do serviço público, rechaçando assim as ameaças de redução e congelamento de salários dos servidores e reforçando a necessidade de revogação da Emenda Constitucional 95, que engessa o orçamento e impede a ampliação de investimentos na saúde nesse momento de crise, quando o país precisa de mais Estado para garantir o sistema único de saúde, responsável pela assistência médica de três quartos da população brasileira.

A pausa nas ruas é necessária, mas não na luta. Seguimos nas redes.

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