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Reitoria da UFRN manifesta preocupação com redução do orçamento

Publicado em 24 de Dezembro de 2025 Por ADURN Sindicato
Reitoria da UFRN manifesta preocupação com redução do orçamento

Reitoria da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) alerta sobre a redução no orçamento das Universidades Federais, promovidos pelo Congresso Nacional, durante a tramitação do Projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026.  “Esses cortes impactam fortemente o funcionamento da Universidade, em compromissos como pagamentos de energia elétrica, contratos de terceirização e na assistência estudantil”, o reitor José Daniel Diniz Melo destaca que o corte, na UFRN, chega a 7,18%. 

Na análise preliminar realizada pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), o orçamento previsto no PLOA 2026 para as 69 universidades federais sofreu um corte total de R$ 488 milhões, o que significa uma redução de 7,05% nos recursos discricionários das instituições.

No caso da UFRN, os valores apurados de orçamento de custeio na aprovação da LOA apontam para um corte de R$14.738.445,00, em relação ao valor previsto no Projeto de PLOA 2026, passando de R$ 205.141.094,00 para R$ 190.402.649,00, o que representa uma redução de 7,18%. Com isso, o orçamento discricionário aprovado para a UFRN ficou menor que o de 2025, que totalizou R$ 195.615.203,00. 

“Estamos particularmente preocupados com o orçamento da assistência estudantil, que já se mostrou insuficiente no ano de 2025, necessitando de complementação com o orçamento de custeio da universidade, e que, para 2026, sofreu um corte de 7,33% em relação ao PLOA 2026, ficando menor que o orçamento de 2025”, para reaver a situação, o reitor Daniel Diniz declarou que espera que Ministério da Educação (MEC) possa, assim como fez em anos anteriores, recompor os valores do PLOA 2026, que já eram insuficientes.   

Ainda conforme o gestor, as universidades federais, essenciais para o presente e futuro do nosso país, necessitam de um modelo de financiamento que possa combinar previsibilidade com recursos suficientes para que possam continuar a cumprir sua missão.

Para a Andifes, “os cortes aprovados agravam um quadro já crítico”. Confira a nota da Associação na íntegra.

Fonte: UFRN

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