Neste 1º de Maio, que resgatemos memórias para seguir na luta pelo que nos é de direito
Nos últimos anos, e mais especialmente durante a gestão de Jair Bolsonaro, o dia 1º de Maio tornou-se uma data de pouca celebração e muito protesto por parte dos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. Neste domingo, a cena se repete sob um pano de fundo ainda mais crítico: desemprego em alta, inflação atingindo níveis recordes, pratos vazios e desrespeito ao povo evidenciado em escândalos que estampam, semanalmente, manchetes na imprensa nacional e internacional.
Se em outros momentos pudemos comemorar a conquista de direitos como o 13º salário, o descanso semanal remunerado e as férias – todos eles alcançados pela luta de trabalhadoras e trabalhadores unidos –, hoje, nos vemos ameaçados por propostas de Reformas que, além de nos roubarem aquilo que conquistamos ao longo de décadas de luta, nos atacam e desrespeitam, ao final, as nossas vidas.
O Dia Internacional do Trabalhador e da Trabalhadora é, historicamente, dia de celebração e dia de luta. Precisamos reavivar nossa memória e relembrar as conquistas do passado, para que essas possam servir de combustível e ânimo para as lutas do presente.
Neste domingo, o ADURN-Sindicato convida a todos e todas para irem às ruas e redes, lutando pelo que nos é de direito e enfrentando o governo que temos à nossa frente, contrário aos princípios civilizatórios básicos e antidemocrático .
Com o mote “emprego, direitos, democracia e vida”, o ato político-cultural unificado concentra a partir das 8h30, na Praça das Flores, no bairro de Petrópolis, com caminhada até a Praia do Meio – palco para as apresentações culturais.