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Sequestro de Maduro e permanência de ataques à Venezuela afrontam democracia

Publicado em 08 de Janeiro de 2026 Por ADURN Sindicato

Desde o dia 3 de janeiro de 2026 a Venezuela tornou-se o centro dos holofotes para a imprensa internacional. O motivo pelo qual deu o - negativo - destaque ao país foi a criminosa invasão dos Estados Unidos durante a madrugada de sábado, a fim de capturar o então presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores. Desde então, o país localizado na costa norte da América do Sul vem sofrendo fortes ataques militares. A intervenção americana ocorreu sob autorização de Donald Trump, atual presidente dos EUA. 

Cientes deste trágico cenário, o quadro de diretores(as) do ADURN-Sindicato manifesta completo repúdio à atitude liderada pelo governo americano, tendo em vista que a decisão configura-se como um atentado escancarado à soberania da Venezuela; além de ser uma grave ofensa ao direito internacional e uma forte ameaça aos demais países da América Latina, bem como o Brasil. A permissividade de intervenções como esta põe em risco a democracia, os princípios de autodeterminação dos povos e, sobretudo, a integridade física da população venezuelana. 

Em nome da entidade, os dirigentes destacam ainda que a justificativa apresentada pelos Estados Unidos não legitima o sequestro de Maduro e da sua esposa; pelo contrário, tenta mascarar, de maneira ardilosa, o objetivo do governo americano em tomar posse do poder político e econômico da Venezuela. É preciso que, mediante esse contexto, haja a defesa intransigente da não intervenção entre Estados Soberanos, bem como a preservação da integridade regional e bem-estar de cada cidadão.

Dessa forma, o ADURN-Sindicato reafirma o compromisso com a defesa inegociável da democracia, da manutenção e respeito do direito internacional e do diálogo pacífico entre os países.

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