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Nota da Diretoria: ADURN-Sindicato repudia atos de intimidação e violência contra estudantes da FACISA/UFRN

Publicado em 09 de Outubro de 2026 Por ADURN Sindicato
Nota da Diretoria: ADURN-Sindicato repudia atos de intimidação e violência contra estudantes da FACISA/UFRN

O ADURN-Sindicato tomou conhecimento de ataques e práticas de violência política e de gênero durante uma manifestação legítima de estudantes da Faculdade de Ciências da Saúde do Trairi (FACISA) em Santa Cruz. Após oficina de cartazes, estudantes afixaram o resultado de seus trabalhos nos espaços da FACISA e foram surpreendidos com a chegada de uma pessoa externa à faculdade que, em horário de aula do cursinho para o ENEM, iniciou gravação de ato em que arrancava os cartazes produzidos e afixados pelos estudantes e ainda prejudicou o desenvolvimento das atividades acadêmicas da unidade de ensino.

De imediato, professores e a direção da unidade deram o suporte aos estudantes e acionaram a polícia, para os devidos procedimentos.

Um dos objetivos fundamentais da República Brasileira é a construção de “uma sociedade livre, justa e solidária” (Inciso I do Art. 3º da Constituição Federal). Portanto, é assegurada a toda pessoa cidadã a “livre manifestação do pensamento” (Inciso IV do Art. 3º da Constituição Federal) e uma educação pautada na “liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber” (inciso II do artigo 206 da Constituição Federal). Dentro da perspectiva educadora freiriana, a construção do saber se dá por meio do diálogo, da empatia, do respeito, do amor e da esperança.

Sob o manto da Constituição Brasileira e do Patrono da educação brasileira, a diretoria do ADURN-Sindicato vem a público manifestar apoio e solidariedade à comunidade acadêmica da FACISA que em seu mister busca construir uma educação emancipadora e cidadã. Ao mesmo tempo, repudia o uso de práticas antidemocráticas e de qualquer tipo de violência não apenas contra a comunidade acadêmica da UFRN, mas contra qualquer cidadã/cidadão brasileira/o que seja violentada/o no seu direito de expressar seus pensamentos, sobretudo nos espaços de construção do conhecimento.

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