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ADURN-Sindicato quer impedir manobra do governo de inviabilizar atuação sindical

Publicado em 03 de Abril de 2019 Por ADURN Sindicato

Frente ao mais recente ataque ao movimento sindical, através da MP 873, assinada por Jair Bolsonaro e pelo ministro da Economia Paulo Guedes, o ADURN-Sindicato faz um chamamento à categoria docente a fortalecer a entidade.

Editada no dia 1º de março, a medida proíbe descontos do imposto sindical no contracheque dos trabalhadores e obriga que o pagamento da contribuição sindical seja feito via boleto bancário. Dessa forma, mesmo que para os professores da UFRN a medida esteja com efeitos suspensos por liminar, o Sindicato está colhendo a autorização dos sindicalizados para cobrança da mensalidade sindical, no mesmo valor estabelecido em Estatuto, através de boleto bancário ou débito em conta corrente.

Para a diretoria do Sindicato, esta é uma clara manobra do governo para dificultar e até inviabilizar o custeio das organizações sindicais e associativas dos trabalhadores. A MP vem sendo questionada na Justiça por inconstitucionalidade por amplos setores da sociedade organizada como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Confederação de Carreiras Típicas de Estado (Conacate), além de instituições de ensino superior e de juristas e sindicatos de diversas categorias.

A medida provisória, para ter caráter definitivo, ainda precisa ser submetida ao Congresso em até 120 dias, caso contrário perde a validade. O primeiro passo na tramitação é a análise por uma comissão mista, que deve ser instalada esta semana no Congresso.     

Faça aqui o download do documento.

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