Reforma Administrativa trará insegurança na contratação de servidores

Publicado em 06 de setembro de 2021 às 09h36min

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Reforma Administrativa trará insegurança na contratação de servidores
 
A Reforma Administrativa (PEC 32/2020) dará fim ao Regime Jurídico Único (RJU), e implementará 5 vínculos ao Estado, instaurando um cenário de instabilidade e insegurança jurídica.
 
Veja:
 
Direitos, deveres e demais disposições sobre nossas carreiras (como política remuneratória, jornada de trabalho, progressão funcional e ocupação de cargos de liderança) ficarão à mercê da conjuntura e da vontade de políticos e governantes.
 
Servidores de uma mesma esfera poderão ser regidos por normas diferentes (de acordo com definições que serão criadas futuramente por políticos, o que representa um imenso risco)
 
Governantes inescrupulosos chantagearão categorias na tentativa de transformar direitos em moeda de troca
 
A maioria dos vínculos dos novos contratados serão precários, temporários e em regime de experiência. A estabilidade será garantida apenas para as “carreiras típicas de Estado”, que serão poucas (e não englobam a docência).
 
As categorias sem estabilidade estarão desprotegidas contra perseguições e retaliações, e não terão segurança e amparo para exercer sua função com autonomia.
 
E esse é o objetivo da PEC 32/2020: abrir brechas para todo tipo de abuso e comprometer o funcionamento dos serviços públicos, inclusive das universidades e institutos federais.
 
Precisamos nos unir e barrar essa PEC, em defesa do serviço público e do futuro do Brasil!
 
#ReformaAdministrativaNão #GovernoContraoPovo #GovernoMente #DefendaoServiçoPúblico #PEC32Não #ServiçosPúblicos
 
Fonte: APUB
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