Explorar
Menu
Pesquisa
Associado

Menu

Pesquisa

Em busca de uma política de Estado

Publicado em 27 de Maio de 2022 Por ADURN Sindicato
Em reportagem da nova edição do Jornal da Ciência Especial, cientistas, pesquisadores, professores e especialistas apontam os principais entraves para o avanço da ciência brasileira


Mobilizadas em torno de dois Projetos de Lei (PL) voltados à regulamentação do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (SNCTI), diversas entidades divulgaram, em fevereiro, uma declaração pública por meio da Iniciativa Brasileira para a Ciência e Tecnologia no Parlamento (ICTP.br). O objetivo do documento era orientar discussões e estabelecer alguns parâmetros que, na visão dos abaixo-assinados, deveriam nortear um novo projeto de lei para regulamentar o sistema.

A origem dos projetos está relacionada com o marco legal da CT&I que, a nível federal, é composto essencialmente pela Emenda Constitucional 85 (EC85), a Lei 13.243 de 2016 que reformou nove leis, entre elas a de Inovação (10.973/2004) e o Decreto 9.283 de 2018.

A declaração da ICTP.br indicava os problemas que uma nova regulamentação tem que resolver para destravar o desenvolvimento da CT&I no Brasil. Entre outros pontos, sublinhava a necessidade de “forte redução dos entraves burocráticos” que atravancam a pesquisa, desde a concepção até a execução, passando pelo planejamento, até a prestação de contas, reduzindo exigências consideradas “irracionais” em todas as etapas. Ressaltava também a necessidade de “facilitação da transposição de recursos de uma rubrica a outra, sem depender, como hoje, de prévia autorização do Ministério da Economia”.

Em reportagem da nova edição do Jornal da Ciência Especial, cientistas, pesquisadores, professores e especialistas apontam que, se o “timing” e as propostas de regulamentação do SNCTI apresentadas neste ano não são consenso por enquanto, o plano para a retomada do desenvolvimento científico e tecnológico do País está no radar de todos e encontra vários pontos em comum, começando pelo diagnóstico sobre a falta de financiamento, tanto público, quanto privado.

Além de recuperar os recursos ceifados do orçamento público setor desde 2015, a ciência brasileira também carece de estratégia alinhada com os interesses da nação e um plano de longo prazo. “Precisamos de prioridades, metas, programas e de forma continuada, durante muitos anos”, frisou o ex-ministro da ciência e tecnologia, Sergio Rezende.

A reportagem completa está na nova edição do Jornal da Ciência Especial disponível para download gratuito.

Baixe o seu e boa leitura!

Fonte: Janes Rocha – Jornal da Ciência

Compartilhar: