Conselho Nacional de Entidades da CNTE aprova calendário de lutas para 2023

Publicado em 13 de fevereiro de 2023 às 14h17min

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Realizada nesta sexta (10), a reunião do Conselho Nacional de Entidades da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) aprovou a previsão orçamentária para o exercício de 2023. “Não tem luta sem financiamento. Todos estão vivendo uma realidade difícil, mas é importante manter o repasse em dia”, recomendou a secretária de finanças, Rosilene Corrêa, aos sindicatos filiados. Outro item aprovado foi o calendário de lutas da categoria até o mês de maio de 2023.

Calendário de lutas

8 de março - Dia Internacional da Mulher
17 a 19 de março – 4ª Plenária Intercongressual Professor João Felício
22 de março – Dia Nacional de Lutas pela aplicação do reajuste no piso e carreiras dos/as trabalhadores/as em educação
23 de março a 23 de abril – Organização 24ª Semana Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública
1º de maio – Dia Internacional dos/as Trabalhadores/as - ações nas ruas
3 de maio – reunião virtual da CNTE para avaliação dos grupos de estudos e trabalhos

 

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4 ª Plenária Intercongressual Professor João Felício

A realização da 4ª Plenária Intercongressual Professor João Felício, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília (DF) foi aprovada na reunião. O regimento interno do evento foi apresentado antecipadamente: “A plenária é soberana, mas o nosso esforço coletivo é no sentido de investir mais tempo para o debate”, explicou a secretária geral da CNTE, Fátima Silva. A programação contará com participação do jornalista Luís Nassif, do professor Luiz Carlos de Freitas, da Unicamp, da senadora Teresa Leitão (PT/PE), além de representantes das centrais sindicais.

Internacional

O secretário de relações internacionais da CNTE, Roberto Leão, que também é vice-presidente da Internacional da Educação, reforçou a importância de as entidades filiadas conhecerem e divulgarem a campanha mundial de combate à privatização da educação. A mobilização tem três eixos: ampliar o financiamento da educação pública; combater a comercialização; e defender a educação pública de qualidade.

“Há um ataque muito grande dos privatistas sobre a educação. Há uma tentativa de padronizar a educação no mundo inteiro e isso é capitaneado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que criou o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA), que é uma organização de empresários, não é uma entidade da educação. Há um trabalho pela assessoria do banco mundial cuja lógica é investir na educação com a perspectiva de lucros e se utilizar de métodos empresariais no gerenciamento da educação", sintetiza Roberto Leão.

>> Saiba mais - Internacional da Educação lança campanha global por mais investimento na educação pública

Fonte: CNTE

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