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Ruas de Natal viram palco da luta pela vida das mulheres, neste dia 8 de Março

Publicado em 09 de Março de 2026 Por ADURN Sindicato
Foto: ADURN-Sindicato

As ruas da Redinha, bairro tradicional de Natal, foram preenchidas pela presença das mulheres em ato histórico neste Dia Internacional da Mulher, último domingo (8). Placas como “Parem de nos matar!”, “Quem cala consente!”, “Queremos a criminalização da misoginia”. O ADURN-Sindicato, através da diretora Gilka Pimentel, do diretor Dimitri Taurino e do presidente Oswaldo Negrão, teve participação ativa na manifestação produzindo um caixão com dados de feminicídio no Brasil, a fim de trazer impacto social acerca destes alarmantes números. O momento contou com uma caminhada simbólica a partir do Caju da Redinha com destino até o Mercado Público do bairro.

A diretora Gilka Pimentel, como representante feminina do sindicato na mobilização, fez um apelo: “A gente pede a todos e, principalmente aos homens, que não se calem, e além disso: parem de nos matar!”. O presidente Oswaldo Negrão, por sua vez, reforçou a necessidade do ato em alusão ao 8M e destacou que a data é, sobretudo, “pelo Direito das Mulheres, pelo Direito das Trabalhadoras e contra a misoginia; machismo e contra o patriarcado”. Além disso, o dirigente do ADURN-Sindicato chamou atenção: ”Chega de violência contra as mulheres!”.

Além da marcante participação da entidade no evento, docentes da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) também somaram-se ao ato como demonstração de apoio à vida de todas as mulheres e repúdio aos alarmantes números de violência de gênero no país. Lavínia Uchôa, uma das docentes da instituição presentes na atividade, refletiu: “Nós, professoras da UFRN e vinculadas ao ADURN-Sindicato, estamos aqui engrossando as fileiras da luta contra a violência contra às mulheres e para chamar todo mundo para essa luta. Viva o dia das mulheres! O Dia da Mulher é todo dia, mas hoje é um dia histórico para a gente comemorar!”.

O Ato em alusão ao Dia Internacional da Mulher foi promovido pela Central Única dos Trabalhadores (CUT Nacional) junto a outras centrais sindicais e movimentos sociais em todas as regiões do Brasil. Além da capital potiguar, mais duas capitais nordestinas como Aracaju/SE e Maceió/AL também foram palco da mobilização. O objetivo central das 13 manifestações ocorridas neste último domingo (8) foi de tornar evidente a luta intransigente de combate ao feminicídio, ao fim da Escala 6x1; a ampliação da participação das mulheres na política e a defesa da democracia e da soberania dos povos.

Veja alguns registros fotográficos da atividade do 8M em Natal:


















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